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Pesquisa e colaboratividade no projeto de iniciação científica da Unidade Fundação Evangélica

Encontrar soluções para diversos problemas da atualidade é o principal objetivo dos projetos de pesquisa dos alunos da IENH – Unidade Fundação Evangélica. Desde o início do ano, os estudantes do 7º ano do Ensino Fundamental a 2ª série do Ensino Médio estão desenvolvendo os seus trabalhos e, na última semana, dias 11 e 15 de maio, compartilharam suas ideias com as bancas de avaliação.

Na IENH, o projeto de iniciação científica instiga os alunos a investigarem, criarem e testarem hipóteses. Segundo a Professora Fernanda Kohlrausch, a iniciativa faz com que o aluno perceba o mundo além daquilo que o cerca. “O aluno se torna protagonista da sua aprendizagem, porque ele pesquisa, descobre e cria soluções para o mundo”, comenta.

Desde 2018, a combinação disso com o uso de diversos recursos tecnológicos tornou o processo ainda mais qualificado, organizado e colaborativo. Durante as aulas de Iniciação Científica, os estudantes participaram de turmas específicas no Google Classroom. Na sala de aula virtual recebiam dicas, lembretes e postavam pesquisas realizadas. Nesse mesmo processo, o Google Acadêmico, que é uma ferramenta de busca de artigos científicos, foi utilizado pela primeira vez por muitos alunos, que puderam perceber a diferença entre publicações com e sem embasamento científico.

Para as exposições às bancas, os alunos criaram apresentações colaborativas no Google Apresentações. Durante dois dias, 139 projetos foram apresentados em sessões concomitantes. Em conjunto com orientadores e avaliadores, os estudantes discutiram sobre temas como ecologia, problemas sociais e tecnologia. Para as alunas Fernanda Bergonsi e Sofia Demuth, a experiência de expor o trabalhado à banca foi enriquecedora: -“Toda a pesquisa que desenvolvemos com os professores já é uma experiência muito legal.  Apresentar as ideias que temos para revolucionar ou trazer novidades para o nosso cotidiano foi gratificante”, conta Fernanda. “Foi muito legal participar disso, pois é parte de toda uma caminhada que planejamos”, destaca Sofia.

Para a professora Sabrine Elma Heller, uma das avaliadoras dos trabalhos, a relevância da atividade extrapola as paredes de uma sala de aula, pois toda a caminhada dos alunos até chegar à apresentação está repleta de experiências que envolvem organização, autonomia, pesquisa, colaboratividade, ética e comprometimento. “A vivência em si exige que se preparem para uma expressão oral coerente, adequada à situação, enriquecedora em todos os sentidos, já que não é uma simples leitura que se espera, mas uma apresentação de conteúdo do qual se apropriou e, portanto, sobre o qual sabe debater. Ter que estudar o conteúdo, aceitar instruções e buscar melhor fundamentação, administrar ansiedade ou até mesmo dificuldades na busca de um trabalho significativo faz parte dessa vivência toda e também engrandece o projeto de iniciação científica. A variedade de temas abordados e o sentido dado a eles comprova que essa é uma caminhada a ser repetida sempre”, destaca Sabrine.


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