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Estudantes da Unidade Fundação Evangélica desenvolvem soluções criativas para desafios sociais

Estudantes das 1ªs séries B e C do Ensino Médio da IENH – Unidade Fundação Evangélica – do itinerário de Saúde e Exatas participaram de uma atividade prática e reflexiva sobre o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 1 (Erradicação da Pobreza). A proposta foi desenvolvida no componente curricular de Educação Ambiental e Sustentabilidade, sob orientação da professora Ana Paula Müller Machado e do professor Anselmo Drose Fiscuk, com apoio da coordenadora pedagógica da Unidade Fundação Evangélica, Jaqueline Schaeffer.

Intitulada “Desafio ONU: Laboratório de Inovação Social”, a atividade convidou os estudantes a assumirem o papel de consultores de inovação social, com a missão de pensar soluções reais para o combate à pobreza em Novo Hamburgo e região.

Para ampliar a compreensão sobre as desigualdades, a turma foi dividida em três grupos que representavam diferentes realidades sociais: elite, classe média e base da pirâmide. A divisão simbólica, marcada por acessos distintos a recursos, possibilitou que os estudantes vivenciassem, na prática, as diferenças de oportunidades presentes na sociedade.

“Quando a gente viu que alguns colegas tinham muito e outros quase nada, deu uma sensação de injustiça muito forte. Foi diferente de só estudar isso no livro”, relatou um dos estudantes.

Cada grupo recebeu desafios específicos. Enquanto alguns foram direcionados a pensar em estratégias de investimento social e geração de empregos, outros precisaram desenvolver soluções a partir de recursos limitados, com foco em cooperação, reaproveitamento e ação coletiva.

“No nosso grupo, tivemos que pensar em como sobreviver sem dinheiro. Foi desafiador, mas também nos fez perceber o quanto a união pode ser uma solução”, destacou outro participante.

A proposta também incentivou o pensamento crítico ao promover discussões sobre meritocracia, desigualdade social, acesso a oportunidades e responsabilidade coletiva. Os estudantes foram desafiados a analisar as diferentes realidades simuladas e refletir sobre justiça social e empatia.

Como etapa final, os grupos apresentaram suas ideias em formato de pitch, propondo soluções inovadoras, sustentáveis e de baixo custo, com foco na geração de autonomia e em transformações de longo prazo.

“A gente percebeu que ajudar não é só dar coisas, mas criar oportunidades para que as pessoas consigam crescer sozinhas”, afirmou um dos alunos.

A atividade proporcionou um aprendizado que vai além dos conteúdos acadêmicos, incentivando o protagonismo, a criatividade e o compromisso social dos estudantes. Mais do que compreender o conceito de pobreza, eles puderam vivenciar, refletir e propor caminhos para a construção de uma sociedade mais justa e sustentável.

Impulsionamos vidas por meio de uma educação de excelência com padrões acadêmicos globais que, há dois séculos, inspiram, inovam e transformam realidades.

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